
Mais de ser um personagem Gaúcho, Xirú Lautério representa o Brasil entre as centenas de publicações estrangeiras em nossas bancas

É um feito gigantesco que o personagem de histórias em quadrinhos Xiru Lautério, criado por Byrata na década de 70, onde teve sua primeira revista impressa em 1978, com material que havia sido publicado nos jornais O Semanário de Tupanciretã e Diário Serrano, de Cruz Alta.
Xirú Lautério, o personagem criado por Byrata em 1975, completa 50 anos de existência e para comemorar essa proeza, reuniu nesta série a saga do Xirú e Os Dinossauros em 12 álbuns para lançar durante o ano de 2025.
Através de uma história de humor e ficção, Byrata busca provocar no leitor a reflexão sobre esses temas sempre atuais, garantindo também o interesse pela leitura desse episódio em que o Xiru, herói tipicamente gauchesco ganha força e vitalidade, coroando de êxito seu autor, na sua busca pela criação de um personagem genuinamente brasileiro.

Xirú é uma expressão comum no Rio Grande do Sul, vem do Tupi e significa “amigo” ou “meu companheiro” e Lautério é uma homenagem a um personagem da obra de Ramiro Barcelos intitulada Antônio Chimango: poemeto campestre, uma sátira política publicada em 1915 e um dos grandes clássicos da literatura gaúcha.
Byrata é artista gráfico, escritor e editor, criou o personagem Xirú Lautério inspirado na sua vivência campeira, na fazenda Gaubijú Tujá, no interior de Tupanciretã, RS.
Byrata recebeu importantes reconhecimentos: foi Patrono da Feira do Livro infantil de Santa Maria (2oo9), Patrono da Feira do Livro de Tupanciretã (2013), cartunista homenageado do 8º Cartucho – encontro de Cartunistas Gaúchos/SM (2011) e em 2013 recebeu o Prêmio Angelo Agostini, como mestre dos Quadrinhos Nacionais, conferido pela AQC – ESP Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo, em 2016, junto com o cartunista Santiago, representou o Rio Grande do Sul no 4º Festival du Rio Grande do Sul de Paris e no 35º Festival Internacional de La Caricature et du Dessin de Presse e D’Humor, em Saint-Just-Le-Martel, no interior da França
Mas Bahhh! Mil gracias amigo Clovis Geyer!
Mais do que merecido, perseverança do teu trabalho e a qualidade é notável. Abraço